Massa de torta para você fazer sem receita

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Se você é como nós, sempre que elas aparecem nos filmes – e tem um filme inteirinho sobre elas – ou em fotos de revistas, você sente não só vontade de comer, mas de reproduzir a receita dessa massa crocante, de aparência charmosa. Até nos desenhos do Pato Donald e do Zé Colmeia elas eram sensação. Quem nunca?

Mas quem já tentou fazer a belezinha em casa deve ter se deparado com situações como: muito ‘esfarelenta’, muito gordurosa, massa que encolhe no forno, que se afoga na manteiga quando está assando e por aí vai.

Então se você acha que tudo isso vai se resolver se assar as tortas ‘em branco’ com grãos de feijão dentro ou se você fizer aquele curso de confeitaria caríssimo, atenção, seus problemas não acabaram.

Nós queremos que a sua vida seja repleta de tortas esfriando na janela e por isso a Calix Magazine vai te ensinar de uma vez por todas como fazer massa de torta (doce ou salgada!) sem precisar de receita.

Ok, mas aqui vai um adendo: se a sua produção de tortas tiver fins comerciais, recomendamos que você siga a receita e o fichamento para não perder insumos. Dúvidas na produção comercial? Consulte a Calix! (plim-plim)

Agora vamos lá:

A regra é simples: Seja qual for a medida que você vai usar para fazer a massa, a quantidade de manteiga deve ser metade da quantidade de farinha de trigo. Uma xícara de trigo: meia de manteiga. Quatro xícaras de trigo: duas de manteiga. Matemática básica, até jornalista entende!

Outro passo importante a ser seguido é que a manteiga deve estar bem gelada; e não tenha preguiça de cortá-la em pedacinhos. É importante e vai facilitar a sua vida, acredite. Isso porque você vai fazer uma farofinha com essas duas, usando apenas as pontas dos dedos, para que o glúten não desenvolva e a massa não fique elástica. Agora se a torta for doce, coloque uma colherada de açúcar e uma pitada de sal. Se for salgada, uma pitadinha de açúcar e uma pitada normal de sal (não é o inverso, ok).

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Nessa farofinha você vai jogar um ovo batido. E ouça sua intuição. Se achar que tem muita farofa, coloque dois. Em média, para até duas xícaras de trigo, um ovo está de bom tamanho.

Depois você coloca água gelada, de pouquinho em pouquinho, até que a massa vire uma bola, que grude os farelinhos, que fique unida. Mas não mexa demais! Faça de conta que você acabou de fazer as unhas e está cuidando pra não borrar. Não desenvolver o glúten, lembra?

Pronto, agora coloque a massa em um saquinho plástico e achate bem ela, tipo massinha de modelar esmagada. Leve ao refrigerador por uma hora.

Escolha uma forma baixa que pode ser como essa da foto ou a tradicional americana, de vidro ou cerâmica. Coloque a massa sobre a mesa enfarinhada e abra com um rolo de massa.

Como se fosse uma colcha, estenda a massa sobre a forma e vá ajeitando aos poucos. Tenha fé, ela não vai quebrar. Faça furinhos na massa com um garfo, leve de volta pra geladeira e vá dar uma caminhada. Depois de algumas horas, leve ao forno pré-aquecido e deixe lá até que ela esteja douradinha. Cada forno tem seus parâmetros, mas a temperatura deve ser por volta de 180 graus e o tempo deve ser de aproximadamente 30 minutos. (Precisão, né? Mas a gente jura que dá certo!)

Quanto ao recheio, ele deve ser colocado com a massa já fria. Essa coisa linda aí da foto foi recheada com creme de confeiteiro (para um outro capítulo) e coberta com frutas. E a autora das imagens sedutoras for a Elis Alves.

E assim nós encerramos o nosso programa de hoje (consigo até ouvir mentalmente minha voz empostada. Sorte sua que é só escrito) e agora você já sabe como fazer uma torta, sem precisar de receita. Se for pra cozinha testar a não-receita, depois conta pra gente se deu certo. E se não deu nós vamos te ajudar a consertar.

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Café pra todos os gostos aqui em Curitiba: Cu-ri-ti-ba!

Quem compara Curitiba à Seattle no que diz respeito ao consumo e negócios relacionados ao café, provavelmente acredita que Curitiba tem um bairro chamado Batel Soho. Não é que sejamos contrárias a ideia de renomear vizinhanças com referências internacionais. Nada de errado nisso. Tem sido assim desde sempre. O que achamos desnecessário é comparar realidades locais como forma de legitimar uma tendência genuína. Mas isso é para a nossa prática, nossas crenças. Se as pessoas são felizes assim, ficamos felizes por elas também. Sem julgamentos.

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O que importa é que a cidade que escolhemos para trabalhar, a casa da Calix, tem mesmo se destacado no cenário nacional dos cafés especiais. Não é a produção cafeeira que faz de Curitiba um polo, mas a concentração de profissionais especializados e cafeterias que não estão de brincadeira com o preparo das bebidas.

Preparo do Blend Filtrado

Temos o prazer de ter alguns desses ‘nomes do café’ entre nossos clientes e de ter boas parcerias estabelecidas com outros. Como consumidoras e profissionais da área torcemos e fomentamos as iniciativas que visam popularizar o café de qualidade não só entre os connaisseurs.

Um dos projetos geniais que a Calix apoia veio da mente do barista Juca Esmanhoto, o Rause Café na Estrada, que vai percorrer fazendas produtoras de café distribuindo a bebida gratuitamente pra quem produz os grãos especiais e só vende, não consome a riqueza do produto em si. O Juca, cara super legal que todo mundo adora, é sócio da querida Hida Lambros no Rause Café e no coletivo de torra 4Beans, que também tem a expertise dos feras Otávio Linhares e Amanda Longo.

Na semana passada fomos buscar 3 pacotinhos de café torrado pela 4Beans. Em alguns instantes o carro, a cozinha, a mochila, a casa inteira ficou perfumada com um aroma consistente e suave de café recém embalado. Fresco, feito com esmero do começo ao fim, até chegar à xícara. O sentimento da Calix diante disso tudo: “Ah, que beleza de produto!”

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A revista Veja Curitiba publicou uma matéria sobre essa riqueza de oferta de cafés especiais aqui na cidade, vale a leitura. E amanhã a gente fala de mais um projeto do barista campeão Leo Moço, que está lançando um serviço de curadoria de produtos alimentícios. Grab your cup of Coffee and take a seat!

Gelo Verde

Folhas de couve no suco sem desperdício

Folhas de couve no suco sem desperdício

A menos que você consiga viver de macarrão instantâneo ou de comida congelada e porcionada, se você morar sozinho, pelo menos alguma vez na vida, vai se deparar com o problema do desperdício de alimentos.

O dono da casa pode ser glutão, a indústria pode ter reconhecido essa demanda mas ainda assim, alguns produtos simplesmente não são consumidos a tempo.

É o caso da couve, queridinha dos smoothies e sucos energéticos. Os benefícios da folha escura são publicados amplamente mas na prática é comum nos depararmos com um maço que não acaba nunca e isso pode desestimular o consumo.

Uma dica útil é bater no liquidificador as folhas com os talos e uma quantidade mínima de água, só para possibilitar a fluidez. Depois é só colocar o concentrado de couve em forminhas de gelo e usar na hora de preparo. Eis o tal gelo verde. Hoje a combinação aqui foi com limão e maçã. Gosto de verão e praticidade na cozinha. Adoramos!